CLAUD é Mulher,
É vida de um sonho que canta...
É da Terra de várias cores onde não há desgostos de amor...
Não tem fronteiras, nem barreiras, é vontade de ser quem é...
Ouve o pensar do seu cantar e canta o que está a pensar...
Traz no canto um filme antigo, a fala, o gemido, a glória, o protesto, o movimento ou um gesto...
Acorda devagar, num tempo que não dorme, que tem pressa, que dá corda à vida para chegar...
E corre atrás dela... em viagens sucessivas, por caminhos sem fim...e o Mundo, que vontade de ser do Mundo!!!!
CLAUD sente futuro, a tradição, pinta de novo a cor antiga, é calma aparente e aprecia o que é presente...
Vive destas “loucuras” todas e só espera poder pensar, que tudo o que pensa é tudo o que é só seu, e que tudo o que canta é de tudo e de todos...
É assim que ri de alegria e chora de contente...Longe ou perto de toda gente...o que interessa é a força de todas estas coisas...
CLAUD é isso...e já não é pouco...
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